Quem nunca se sentiu pais dos seus pais, ponham o dedo no ar… Pois bem… Mais do que nunca, estes dias de isolamento social têm sido, de forma geral, particularmente difíceis para conseguir consciencializar os nossos maiores de 65 anos.
Quem nunca se sentiu pais dos seus pais, ponham o dedo no ar… Pois bem… Mais do que nunca, estes dias de isolamento social têm sido, de forma geral, particularmente difíceis para conseguir consciencializar os nossos maiores de 65 anos.
Vivemos uma pandemia há quase 1 ano. Restrições, isolamento, tudo isto tem provocado um aumento das perturbações emocionais. É tempo de mudança e tempo de cuidar da Saúde Mental. A Dra. Cécile Domingues esteve no programa ‘Portugal em Direto’ da RTP a dar algumas dicas de como encarar a realidade dos dias de hoje.
Como vão ser as aulas? E os intervalos? Com o regresso às aulas em tempos de COVID-19, as questões tanto dos pais como dos filhos são muitas. A Dra. Cécile Domingues esteve no ‘Consultório’ do Porto Canal a falar sobre o tema e a dar algumas dicas para que tudo corra de forma tranquila.
Todos nós temos medo, é natural ter. A verdade é que ninguém sabe como vão ser os próximos meses. Sem dúvida, a vida vai ser ainda mais difícil. Não nos iludamos, vai ser mau. Contudo, sofrer por antecipação não nos leva a lado nenhum.
A Morte. Palavra tão simples e tão temida por todos, representa o finito e ao mesmo tempo o desconhecido. Como falar da morte? Porque é que não gostamos de pensar na morte? A Dra. Cécile Domingues ajuda a clarificar este tema e dá ainda algumas dicas de como controlar o medo de morrer.
O ficar em casa e o teletrabalho começam a ser para mim o Novo Normal. No entanto, é importante ter consciência de que, daqui por uma ou duas semanas, iremos novamente mudar o nosso ritmo de vida. Neste sentido, vamos continuar a aproveitar e desfrutar de cada momento…
Vamos então descomplicar minha gente! A revolução do 25 de abril de 1974 trouxe, para a maior parte dos portugueses, um sentimento comum, a Esperança. Esperança num futuro melhor, com melhores condições de vida e com mais liberdade. Nunca esta Esperança fez tanto sentido como hoje! Não acham?
É tempo de olhar para a frente, guardar as boas memórias dentro do coração, adaptarmo-nos a esta nova realidade e acreditar que iremos viver e registar outros bons momentos. A confiança no futuro deve ser maior do que a vontade de regressar ao passado.
Fazendo uma retrospetiva destas semanas, admito que sinto um orgulho imenso enquanto cidadã e ser humano. Dia após dia, são noticiadas situações que nos aquecem a alma. É tão bom perceber que o caos fortalece o nosso espírito de união e de entreajuda.
Talvez tenhamos perdido para sempre a normalidade que conhecíamos. Esta pandemia está a deixar marcas profundas em todos nós, tanto nos nossos comportamentos como também na nossa forma de ser e de sentir. Socialmente falando, não sabemos o que irá acontecer daqui por dois ou três meses e isto assusta-nos.