Ataques de Pânico

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Falamos em Pânico quando se sente um nível extremo de Ansiedade, que se pode equiparar aos sintomas de um ataque cardíaco.

Falamos em Pânico quando se sente um nível extremo de Ansiedade, que se pode equiparar aos sintomas de um ataque cardíaco.

Os Ataques de Pânico são mais comuns do que muitas vezes se julga e nem sempre se lhes dá a devida atenção. Para quem nunca sofreu um Ataque de Pânico, o conceito pode ser algo muito difícil de compreender. Mesmo para quem os tem, é difícil perceber o que se está a passar consigo e aceitar a verdadeira natureza do seu problema.

Sintomas dos
Ataques de Pânico

Os sintomas mais frequentes são:

 

Dificuldade respiratória ou sensação de estar a sufocar

Vertigens, instabilidade ou desmaio

Palpitações ou ritmo cardíaco acelerado

Tremuras ligeiras ou acentuadas

Sudação

Falta de ar

Náuseas, dor de estômago ou diarreia

Sensação de irrealidade ou separação do meio envolvente

Sensações de adormecimento ou de formigueiros

Ruborização ou calafrios

Dor ou incomodidade no peito

Medo de morrer

Medo de «tornar-se louco» ou de perder o controlo

 

 

Identifica-se com

estes sintomas?

Descubra se tem 

ataques de pânico

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Causas dos
Ataques de Pânico

Todos os Ataques de Pânico são réplicas do primeiro ataque, em que a dor sentida foi tão grande que se começa a ter medo de a voltar a sentir. As pessoas podem sentir o primeiro episódio de Pânico em qualquer circunstância, como, por exemplo, a dormir, a conduzir, num centro comercial, em casa, entre outras situações.

​Assim, quem sofre o primeiro evento traumático, associa inconscientemente os sintomas às circunstâncias onde estava, começando a fugir dessas circunstâncias para evitar sentir os sintomas. Como exemplo, se as pessoas têm um Ataque de Pânico a conduzir, desenvolvem um medo enorme de conduzir; se o primeiro Ataque de Pânico for num centro comercial, vão evitar espaços semelhantes no futuro; se tiverem um Ataque de Pânico e sentirem dificuldade em respirar, vão, no futuro, evitar espaços onde se sintam fechados sem arejamento, entre outras variadas situações aparentemente normais que, às as pessoas com esta perturbação, são um verdadeiro impedimento de viver.

​​A maior parte das vezes, as pessoas que sofrem desta perturbação não são corretamente diagnosticadas devido à dificuldade que, muitas vezes, existe em detetar este distúrbio, o que leva frequentemente a pensar que são apenas episódios de Ansiedade simples ou meras fobias.

Tratamento dos
Ataques de Pânico

Apesar do tratamento mais usado ser o farmacológico, com recurso a medicamentos que aliviam os sintomas dos Ataques de Pânico, o tratamento mais eficaz é a psicoterapia. Em algumas pessoas com sintomas mais fortes, a medicação não faz qualquer efeito ou os efeitos secundários são muito negativos. 


Trabalhar nas causas dos Ataques de Pânico é a solução para a maioria das pessoas. A Psicoterapia é a ciência que trabalha as causas das perturbações mentais e o modelo psicoterapêutico HBM está indicado paras as perturbações mais graves.

Como se demonstra em estudos publicados, 81,9% dos pacientes apresentava-se com “ausência total de Ataques de Pânico e Agorafobia” no final do seu tratamento com apenas 8 a 10 sessões de tratamento. A Psicoterapia HBM tem demonstrado ser o tratamento mais eficaz no tratamento dos Ataques de Pânico desde nos seus estados mais leves até aos estados mais severos.

Descubra como a Psicoterapia HBM pode ajudar

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