Dicas para ser o Melhor Pai do Mundo

O Melhor Pai do Mundo é:

  •  Aquele que é pai de sangue, pai do coração, pai emprestado, pai-avô, padrasto, padrinho, aquele que cuida, protege, chora, que nem sempre tem razão, é o mais forte, ou sabe o que fazer.

  • Aquele que é amável e gentil, que cuida de si porque sabe que está sempre a servir de modelo para o seu filho, e sabe que ele precisa mais de gestos e atitudes, do que de palavras e de críticas.

  • Aquele que partilha tarefas em casa e na educação dos filhos, e não aquele que ‘ajuda’ a mãe, porque Ser Pai, é igual a Ser Mãe. Aquele que percebe o comportamento desafiante do filho, não como um ataque pessoal, não como algo que define o filho, mas como uma forma dele expressar e transmitir algo que não está bem consigo.

  • Aquele que acolhe e ampara o filho, escuta e observa, ajuda-o a saber lidar com os seus sentimentos porque sabe que para nos acalmarmos sozinhos, primeiro têm que nos ensinar como é que isso se faz.

  • Aquele que troca o telemóvel ou o jogo de futebol pelo sorriso do seu filho, que dá presença e atenção, sem data e hora marcadas, sem tabus ou condicionalismos.

  • Aquele que educa sem gritos, palmadas ou castigos, mas com orientação, autenticidade, humor, tolerância e confiança, porque sabe que não existem pais perfeitos mas, mas sim pais em construção, pais que conscientemente fazem o seu melhor, todos os dias.

  • Aquele que agradece todos os dias, tudo aquilo que o filho já lhe ensinou, aceitando-o tal e qual como ele é, sem o moldar às suas expetativas, pressas, competições, preferências ou interesses, para ele se sentir genuinamente amado e valorizado.

  • Aquele que é capaz de se colocar no lugar do filho: “O que precisa agora o meu filho para se acalmar?”, “E eu, estou calmo?”.

  • Aquele que escolhe os melhores momentos e as palavras certas: “Sinto que estás triste, posso dar-te um abraço?”, “Tenho muito orgulho em ti.”, “Como é que tu sabes que eu te amo?”.

  • Aquele que sabe que não é responsável pela infância que teve, mas que é responsável pela infância que o seu filho tem.

  • Aquele que é orgulhosamente o pai do Melhor Filho do Mundo – para si, sempre, o melhor aluno, melhor jogador, melhor bailarino, melhor cantor, mas o melhor também a saber lidar com a sua mente e com as suas emoções;

  • Aquele que é congruente e consistente nas suas ações, flexível e não permissivo, que reconhece os seus próprios erros e emoções, que negoceia e pede desculpa.

  • Aquele que quanto mais se compreende e descobre como pessoa, melhor pai do mundo se torna.

  • Aquele que sabe que não existem doutrinas ou técnicas perfeitas de parentalidade, para ser respeitado e sentir conexão com o filho. É aquele que sabe que a maior fórmula é a do amor.

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