Bruna: Um dia a dia marcado pelo medo dos Ataques de Pânico | Eu Dou a Cara

Uma perturbação emocional que não nos permite ser como as outras pessoas.

A Bruna sempre foi uma pessoa muito atenta aos sinais que o seu corpo lhe dava. Chorava muito, tinha falta de ar, tremores, tudo sintomas de que algo não estava bem. Este foram os primeiros Ataques de Pânico. 

A verdade é que estas crises tornaram-se tão recorrentes e fortes que a Bruna tinha medo de tudo, inclusive de viver estas crises em público. Sentia-se mal, injustiçada por estar a viver aquilo e só queria ser como as outras pessoas. Recorreu a medicação mas em vez de ter melhorias, só foi piorando. Deixou de ter energia, alegria, chegou mesmo ao fundo do poço.

Mas a Bruna não desistiu de si nem do seu bem-estar. Procurou ajuda psicoterapêutica, percorreu o seu caminho, “arrumou” a cabeça e hoje sente-se muito melhor. Com mais autoestima, confiança e com energia de volta. Hoje, a Bruna dá a cara pela Saúde Mental. Por todos os obstáculos que ultrapassou e por toda a força que teve e que deseja que quem está nesta situação tenha.

 

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Sentir constantemente que está à beira da morte ou preso a um Pânico parece ser uma coisa de loucos. Mas afinal esta perturbação é uma doença dos fracos ou uma luta de gigantes? A Dra. Marta Calado explica como a Psicoterapia HBM ajuda a perceber este distúrbio emocional.

Alguém que sofre de Ataques de Pânico explica, na primeira pessoa, como é que quem está próximo pode ajudar. São 10 simples passos que farão a diferença.

1 em cada 4 pessoas sofre, ou já sofreu, de perturbações emocionais. Contudo, raramente partilham a sua história. O estigma é ainda gigantesco e por isso nasceu este projeto. Convidamos todos aqueles que superaram uma perturbação emocional a contar a sua história. A Dar a Cara.

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