Clínica da Mente — Psicoterapia e Saúde Emocional
Psicoterapia e saúde emocional

Tratamento da DepressãoUm passo de cada vez.

Quando falta energia, interesse e esperança, pedir ajuda pode parecer difícil. Não precisa de compreender tudo antes de procurar apoio.

Porto · Lisboa · Braga · Coimbra · Online
Espaço tranquilo com luz natural, na Clínica da MenteUm espaço para ser ouvido
Compreender

O que é a Depressão?

A depressão não é apenas tristeza. É um estado em que a pessoa acorda sem energia para o dia, perde o interesse pelo que antes a movia, sente um vazio que não consegue explicar, e muitas vezes nem percebe bem o que se passa. Parece que algo se apagou por dentro.

Do ponto de vista clínico, a Depressão é uma perturbação do humor que afecta a forma como a pessoa se sente, pensa e funciona no dia a dia. Não é uma fase. Não passa com o tempo. E tem tratamento eficaz.

A depressão tem sempre uma origem emocional concreta: uma perda que não foi elaborada, uma rejeição que ficou por superar, um esforço que nunca foi reconhecido. O sistema emocional fica preso nessa experiência, e o que se sente no presente é o eco desse passado ainda não resolvido. Não é fraqueza. É o sinal de que algo precisa de ser compreendido na sua raiz.

A depressão afecta mais de 280 milhões de pessoas no mundo, segundo a OMS. Em Portugal, estima-se que cerca de 7,9% da população adulta viva com esta condição.

“A depressão não é uma falha de carácter. É o resultado de experiências que o sistema emocional ainda não conseguiu superar. Com a abordagem certa, isso muda.”
Dr. Pedro Brás, Diretor Geral, Clínica da Mente
Sinais de alerta

Sintomas da depressão: reconhece algum destes sinais?

Tristeza persistente
Sentimento contínuo de vazio, tristeza ou “falta de sentimentos” que não passa com o tempo.
Perda de interesse ou prazer
Diminuição ou ausência de interesse em actividades que antes eram fonte de satisfação, incluindo hobbies, relações e trabalho.
Fadiga constante
Cansaço extremo e falta de energia para realizar até as tarefas mais simples.
Alterações no sono
Insónia, despertar matinal precoce ou dormir excessivamente (hipersónia).
Alterações de apetite
Perda de apetite e peso, ou aumento do desejo por comida e ganho de peso.
Dificuldade de concentração
Problemas de memória, dificuldade em tomar decisões e pensamento lentificado.
Sentimentos de culpa
Sentimentos persistentes de inutilidade, culpa excessiva ou pensamentos negativos sobre si mesmo.
Isolamento social
Afastamento de amigos, família e atividades que antes eram fonte de prazer.
Sintomas físicos
Dores de cabeça, problemas digestivos, dores musculares sem causa orgânica identificada.
Desesperança
Sensação persistente de que o futuro não pode melhorar, de que nada vai mudar ou de que não vale a pena tentar.
Pensamentos de morte, autolesão ou suicídio
Pensamentos recorrentes sobre a morte, desejo de não estar presente ou ideação suicida. Se estes pensamentos estiverem presentes, procure ajuda imediata.
Identifica-se com estes sintomas?
Uma primeira orientação, não um diagnóstico.
Fazer autoteste de depressão

Em caso de risco imediato ou pensamentos de autolesão, ligue 112 ou dirija-se ao serviço de urgência mais próximo. A clínica não substitui um serviço de emergência.

Porque não passa sozinha

O ciclo da depressão

A depressão não passa com força de vontade porque tem um ciclo que se auto-alimenta. Compreender esse ciclo é o primeiro passo para o quebrar.

  1. Experiência agressora

    Perda, rejeição, abandono, trauma, humilhação ou excesso de esforço durante demasiado tempo.

  2. Emoção não superada

    Tristeza, culpa, vergonha ou vazio que não encontra saída. A pessoa não consegue “seguir em frente”.

  3. Isolamento e evitamento

    A pessoa afasta-se, deixa de fazer o que gostava, perde energia e interesse pela vida.

  4. Autocrítica e ruminação

    “Sou fraco”, “não consigo”, “não mereço”, “nunca vai mudar”. Pensamentos que se repetem sem parar.

  5. Manutenção do ciclo

    O isolamento confirma a autocrítica, que aprofunda o vazio. O ciclo fecha-se e reforça-se.

Este ciclo não se quebra com força de vontade. Quebra-se quando a emoção original é identificada, compreendida e dissociada da memória que a mantém activa. É exactamente isso que a Psicoterapia HBM faz.

A origem

O que está na origem da depressão?

Raramente há uma causa só. Na maioria dos casos há uma história por detrás — e é essa história que o acompanhamento procura compreender.

Traumas

Experiências marcantes, como acidentes, perdas ou abusos, deixam cicatrizes emocionais duradouras.

Violência na infância

Maus-tratos físicos ou emocionais na infância moldam o desenvolvimento emocional e aumentam a vulnerabilidade.

Bullying

Episódios de intimidação ou humilhação geram isolamento e baixa autoestima.

Divórcios

A separação de familiares ou parceiros traz sentimentos intensos de abandono e fracasso.

Relações interpessoais difíceis

Conflitos prolongados criam um ambiente de stress emocional constante.

Pressão e autocrítica

Exigir de si mais do que é razoável gera frustração, culpa e sentimentos de fracasso.

A nossa abordagem

Compreender primeiro.
Cuidar de si, depois.

Começamos por conhecer a sua situação, história e necessidades, antes de recomendar um percurso terapêutico.

01Avaliação individualCompreender os sintomas e as suas necessidades.
02Plano terapêuticoDefinir objetivos e o acompanhamento adequado.
03Acompanhamento próximoRever a evolução e ajustar os próximos passos.
A nossa abordagem

Como tratamos a depressão

Não oferecemos apenas psicoterapia. Oferecemos um ecossistema completo de cuidado, porque a recuperação da depressão exige mais do que uma consulta por semana.

Serviço principal

Plano psicoterapêutico de 8 semanas para a depressão

O núcleo do tratamento. Um plano terapêutico de 8 semanas de intervenção psicoterapêutica intensiva, com o mesmo terapeuta do início ao fim.

A Psicoterapia HBM identifica a memória ou experiência agressora que está na origem da depressão e trabalha a dissociação emocional dessa memória, para que deixe de condicionar o presente.

Disponível presencialmente no Porto, em Lisboa, em Braga e em Coimbra, e online.

Ver o processo
“Na Clínica da Mente, a depressão não é tratada com uma única ferramenta. É tratada com um ecossistema de cuidado, porque cada pessoa é diferente, e a recuperação duradoura exige atuar em simultâneo nas causas emocionais e comportamentais.”
Dr. Pedro Brás, Diretor Geral e Criador do Método HBM
Um percurso, passo a passo

O programa intensivo dura 8 semanas.
O acompanhamento continua.

018 semanasIntervenção intensivaSessões individuais de psicoterapia e avaliação da evolução.
024 mesesConsolidaçãoAcompanhamento da adaptação ao quotidiano e das mudanças alcançadas.
03Restante anoAcompanhamento 365Ligação à equipa e apoio através da app, segundo as condições do plano.Incluído no Plano 2
Histórias reais

Cada história é pessoal.

Conheça o testemunho da Patrícia e outras experiências partilhadas por quem procurou acompanhamento.

Patrícia · Depressão

Aviso legal: os resultados variam de pessoa para pessoa e dependem de múltiplos fatores clínicos. Estes testemunhos não constituem uma garantia de resultados.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre o tratamento

O Plano Terapêutico para a Depressão na Clínica da Mente tem uma duração de 8 semanas, divididas em fases de avaliação clínica, ativação comportamental, reestruturação cognitiva e prevenção de recaída. A duração pode variar consoante a gravidade e o histórico clínico de cada pessoa.

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Em que nos apoiamos

A evidência, e quem reviu esta página.

Evidência científica

O que está publicado

A eficácia do Modelo Psicoterapêutico HBM no tratamento da perturbação depressiva está documentada em publicações científicas, incluindo estudos apresentados em congressos da Ordem dos Psicólogos Portugueses e publicados em revistas internacionais.

  • Oliveira, J., Certal, C., & Domingues, C. (2018). O Modelo Psicoterapêutico HBM na Perturbação Depressiva. In Livro de Atas do 3.º Congresso da Ordem dos Psicólogos Portugueses.
  • Oliveira, J., Certal, C., & Domingues, C. (2017). Impact of the human behaviour map psychotherapeutic model in depressive disorder. Psychreg Journal of Psychology, 1(2), 54–59.
  • Certal, C. (2018). Anguish… the pain of death: predictors of suicidal ideation. Journal of Psychology and Clinical Psychiatry, 9(4), 366–367. doi.org/10.15406/jpcpy.2018.09.00551Abrir a publicação
  • Gonçalves, F., & Ribeiro, S. (2021). HBM Psychotherapeutic Model in Depressive Disorder – Case Study. American Journal of Medicine and Surgery, 6, 1–5.

Estudo clínico interno com dados de eficácia em pacientes reais

96,46% dos pacientes com redução significativa da Perturbação Depressiva Major

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Revisão clínica
Dra. Isabel Gomes, Diretora Clínica, Psicoterapeuta Coordenadora

Dra. Isabel Gomes

Diretora Clínica | Psicoterapeuta Coordenadora

Licenciada em Psicologia, Mestre em Aconselhamento Dinâmico e Pós-graduada em Psicoterapia Psicanalítica. Supervisora em Psicoterapia HBM e Investigadora Master HBM Research. Inscrita na Ordem dos Psicólogos Portugueses com cédula n.º 3547.

OPP n.º 3547Revisto em março de 2026
Transparência

Informação para decidir com confiança.

Conheça a abordagem, os estudos disponíveis e as suas limitações.

Dra. Isabel Gomes
Revisão clínicaDra. Isabel GomesDiretora Clínica · OPP n.º 3547Revisto em março de 2026
Leitura aprofundada

As fichas clínicas desta condição.

Não precisa de dar este passo sozinho.

Estamos disponíveis para esclarecer as suas dúvidas.

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