Maria José: De uma Tentativa de Suicídio à Paz Interior
Depois de 30 anos de medicação, violência doméstica e uma tentativa de suicídio, Maria José encontrou na Clínica da Mente o caminho para a felicidade que sempre quis ter.
Aviso legal: Os resultados variam de pessoa para pessoa e dependem de múltiplos fatores clínicos. Estes testemunhos não constituem uma garantia de resultados.
"Eu quero ser feliz. Agarrei-me a isso sempre. E hoje sinto-me em paz comigo mesma e com o mundo todo."
O Momento em que a Vida Deixou de Fazer Sentido
Em Junho do ano passado, Maria José chegou a um ponto de ruptura total. Não conseguia sair de casa. A tristeza acumulada ao longo de décadas tornou-se insuportável, e tentou o suicídio. Foi internada.
"Achava que a vida já não fazia sentido para mim, que não tinha valor para nada, que já estava aqui a mais. E então a única saída era desaparecer do mundo. Achava que já não tinha vida para viver."
Por detrás desse momento extremo havia uma história longa e pesada: anos de violência doméstica, a criação sozinha de oito filhos, e a sensação, quando eles cresceram, de que já não era necessária para ninguém.
"Fui vítima de violência doméstica. Saí de casa com oito filhos menores, criei-os a todos sozinha. E depois senti que os filhos já foram para a vida deles, que já não precisavam de mim. Lutei enquanto eles eram pequenos. Lutei por eles. Depois, comecei a viver sozinha."
Trinta Anos de Medicação Sem Solução
Os sintomas de depressão já vinham de longe, desde os tempos do casamento. Maria José tentou várias vezes parar a medicação, mas nunca conseguiu. Durante 30 anos, a medicação foi a única forma de funcionar — sem nunca resolver a causa do sofrimento.
"Há uns 30 anos que não larguei mais a medicação. Não conseguia. Não conseguia sair de casa, estava sempre triste, não conseguia dormir. Era uma luta constante todos os dias para lutar pela vida."
Apesar de tudo, havia uma chama que nunca se apagou: o desejo de ser feliz. Foi essa chama que a trouxe à Clínica da Mente.
"Eu disse: eu tenho que ficar bem, eu quero ser feliz. Quando entrei cá, fui com essa esperança de ficar feliz. Agarrei-me a isso sempre."
A Transformação Semana a Semana
Desde o início do tratamento, Maria José sentiu algo diferente. Cada consulta trazia alívio real, não apenas palavras. Passou a contar os dias para voltar à clínica.
"Sentia sempre bem daqui a ali. Estava sempre ansiosa para chegar o dia da consulta para vir. E cada vez que cá vinha, saía sempre a sentir-me melhor."
Os resultados foram concretos e visíveis. Uma das coisas que mais a marcou foi conseguir entrar na autoestrada sem ansiedade — algo que antes era impossível.
"Já consigo sair, consigo fazer a vida normal. Exemplo: ao entrar na autoestrada, eu começava logo com a ansiedade, logo com a dor no peito. E agora, ainda hoje entrei na autoestrada e não senti nadinha. Fiquei relaxada, a jogar com o toque do telemóvel."
Um Pesadelo que Ficou no Passado
Hoje, Maria José olha para o que viveu como se fosse outro mundo. O sofrimento que a consumiu durante décadas deixou de ter peso. Sente-se livre, feliz e em paz — com ela própria e com todos à sua volta.
"Agora penso que o que eu passei foi um pesadelo. Que no fim era realidade. Já não sinto nada disso. Eu ganhei vida. Ganhei a vida. Estou feliz, muito feliz."
A gratidão pelo Dr. Pedro Brás e pela equipa da Clínica da Mente é profunda. Maria José descreve o médico como alguém sensível e humano, para quem não há palavras suficientes de agradecimento.
"Agradeço ao Dr. Pedro, que é sensível à luz. Não há palavras para dizer. Hoje sinto-me em paz comigo mesma, com o mundo todo. Pessoas que eu às vezes não prestava, perdoei a toda a gente. O meu coração está em paz."
"Hoje sinto-me em paz comigo mesma, com o mundo todo. Pessoas que eu às vezes não prestava, perdoei a toda a gente. Posso dizer que o meu coração está em paz."
, Maria José, ex-paciente da Clínica da Mente

