Dra. Carla Oliveira

Psicóloga

Psicoterapeuta Sénior

Licenciatura em Psicologia

Licenciatura em Antropologia Social

Mestrado em Psicologia Clinica

Pós-graduação em Neuropsicologia

Pós-graduação em Psico-Geriatria

Supervisora em Psicoterapia HBM

Supervisora em Athenese e Morfese

Investigadora Master HBM Research

Contacto: carlaoliveira@clinicadamente.com

Quem sou

“Foi através da Antropologia das Emoções, onde os sentimentos são tributários das relações sociais e do contexto social em que emergem, que me envolvi na Psicologia, entendendo a pluralidade de expressões culturais das emoções entre grupos, num mesmo grupo e no próprio indivíduo. À medida que ia aprofundando os meus estudos mais verificava a importância das emoções nos nossos comportamentos e destes nas emoções. Tendemos a agir e a comportarmo-nos em função do que sentimos ser bom ou mau para nós! E é neste jogo duplo entre bom e mau, entre negação e motivação que vamos movendo a nossa vida. Só que, por vezes, condicionados pelos nossos "sentires"(emoções), associados às experiências que vamos vivendo, permanecemos aprisionados a um determinado caminho, um caminho sinuoso que nos controla e domina, tornando-se difícil sair dele!... veja-se o exemplo da expressão de pânico. Quem já experienciou a sensação de pânico certamente sabe o desconforto e o terror associado à sensação de perigo iminente, sensação de impotência e um forte impulso instintivo de fuga. O início das crises é de tal modo súbito que em poucos minutos atinge-se um pico de medo tão intenso que nos aprisiona ao medo de voltar a sentir medo. Estas emoções intensas, submersas na sensação de medo, sem que haja qualquer perigo iminente real, leva ao medo de morrer, de perder o controlo ou ficar louco. Instala-se a sensação de impotência e perde-se, gradualmente, a esperança de voltar um dia a controlar o corpo e os pensamentos.

Na Clínica da Mente, através da abordagem HBM, potenciamos a consciência das necessidades vitais de cada ser humano permitindo ao corpo a tarefa de expressar e comunicar as emoções de modo saudável e adaptativo, com o eu e o outro, em direcção ao caminho do bem-estar, a uma autoconsciência que liberta dos comportamentos que o prejudicam. Promovemos formas salutares do equilíbrio psicológico superando obstáculos e lidando com as adversidades inerentes à vida. Todos queremos ser felizes! E a Felicidade, é o caminho....”